quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Seres-luz ✨


Valha-nos esses seres maravilhosos à retaguarda. Esses seres-luz que tantas vezes nos iluminam o caminho, ainda que outras tantas vezes nos vejamos na penumbra! 🙏🏼


E tu, que luzes carregas? Que caminhos iluminas, ainda que de soslaio?

terça-feira, 23 de outubro de 2018

castelos ao vento



A metáfora é sobejamente conhecida. Essa, de construíres castelos com as pedras que encontras no caminho.

Como todos, ao longo da vida fui colecionando obstáculos que apareciam pelo caminho. De há quase uma década para cá, alguns chegam não propriamente como pedras, mas como autênticos meteoros.

Se 2009 foi o ano da revolução, do tsunami precedido de terramoto, que me tirou o chão, 2018 parece uma guerra de estrelas (de)cadentes e bombas nucleares. Sem beleza, mas absolutamente surpreendentes.

Não sei muito bem, mas parece-me que chega o final do ano e terei material para uma mansão, rodeada por uma "muralha da China". Despida de luxos, é verdade, mas recheada de mansidão. E Amor. 🙏



Créditos foto: Carlos Pinto (super-tio)
Créditos modelo: João (2 anos)
Créditos cenário: o nosso Palácio


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Esclarecimento sobre o que faço



- O que fazes? - perguntaram-me.


Durante (grande) parte do dia, dedico-me com empenho e criatividade à minha atividade profissional.

Ao final do dia, e sobretudo à noite, sou caçadora-de-monstros. De verdade. Caço monstros de todos os tamanhos e feitios. De todas as cores e texturas. No armário, atrás da porta, debaixo da cama.

Em casa, caço criaturas monstruosas e tudo o que me cheira a esturro. É caça grossa, mesmo!

Entre uma caçada e outra, vejo a Masha e o Urso e rio-me com o Gumball.

E é isto. Pelas crias vou à caça, sem medo de meter a mão na massa!










segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Viajar até aos confins de mim




O repto para as minhas férias era este: viajar até aos confins de mim.

Entretanto, já passou mais de um mês, já se passaram as férias (onde elas já vão!!) e a auto-proclamada viagem até aos confins de mim parece difícil de alcançar!

São tão complexos (como surpreendentes!) os obstáculos e as inquietações, que conseguir chegar ao mais intimo de nós se torna uma viagem (mais) demorada. O que é bom. É bom porque cada vicissitude é uma oportunidade de nos pormos à prova e limarmos mais uma aresta do nosso ser. É a oportunidade de nos aprimorarmos. Afinarmos as nossas atitudes.

No fim de contas, só podemos agradecer pelos estalos, sob a forma de pessoas e acontecimentos, que a vida nos vai dando.

Dói, mas até as lágrimas que caem são maravilhosas para refrescar e limpar a alma. E aí evoluímos. E é tão somente disso que se trata: evolução. Pessoal/Espiritual.



quinta-feira, 26 de julho de 2018

Avós a triplicar



Os meus filhos têm três pares de avós.

Achou a vida que os devia presentear com os mais pacientes seres à face da Terra: os avós! Assim: em jeito de bónus! Não sei se o fez porque os meus filhos têm algo de indomável para uma só mãe aguentar (🤔 🙈😵) ou simplesmente porque o Amor nunca é demais!

Acredito que ambos os motivos possam estar corretos, mas sobretudo acredito que os meus filhos são crianças MAIS FELIZES porque têm colinho em fartura e ótimos advogados de defesa, sempre que se veem pressionados a comer algo menos doce ou quando o ambiente não lhes é nada favorável, porque algo caiu e partiu, molhou-se, estragou-se, rasgou-se...

Obrigada às três avós Marias e aos três avôs! 🙏


À minha avó Alice, um beijinho do tamanho do Mundo, que é tão mais iluminado com a sua presença e orientação!