domingo, 9 de agosto de 2020

Entre a vinha e o vento...

 

Bendito o fruto que amadurece em cada pé de videira.

Bem-aventuradas castas que preenchem cada pedacinho deste solo fértil.

Abençoada terra quente que aquece o meu coração.


Aqui sou feliz, no seio de uma família que agora também é minha.

Aqui, entre a vinha, a azeitona e a amêndoa, é um lugar onde me encontro e saboreio um vento quente celestial. Daqueles que, em jeito de amor, me acariciam o rosto e me sussurram ao ouvido: estás aqui para ser feliz! E sim, é destes ventos que eu gosto e vivamente recomendo! 😊



quarta-feira, 22 de julho de 2020

22/07/2009


Há 11 anos era, também, quarta-feira e aos meus pés abria-se o chão. Sem lhe ver o fundo e envolta em dor dilacerante, agarrava-me, com todas as minhas forças, à vida que crescia em mim.

Fé.

Força.

Fátima.

A estes três éfes, acrescento Família (Super-) e fecho com X. ❤️







sexta-feira, 19 de junho de 2020

Andreia Barbosa🌼Fotografia






O filho é meu. E esta sou eu. Mas a foto, essa, é da talentosa Andreia Barbosa.

Poderia ficar-me por aqui nas palavras. Mas não. Hoje, que até é o dia dela, quero agradecer e enaltecer a presença constante nos momentos mais marcantes (e cómicos!) da minha vida e dos meus filhos. De câmara na mão, sorriso terno e paciente (que remédio!) e, na cabeça, umas quantas ideias para tornar cada encontro memorável. Perpetuado em belos registos fotográficos.

Não é por ser minha prima, mas aqui há talento e criatividade! Há dedicação e uma vontade gigante de contar histórias, deliciosamente bem fotografadas!

Go girl! You rock!

E obrigada, muito obrigada!


P.S. - Happy birthday to you and to your dream project - which is coming true! 🍀

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Quanto pesa a saudade?



Que saudade eu tinha deste jardim!
Em ‘apenas’ dois meses senti na pele o peso de uns quantos anos de saudade! Da minha mãe e do meu pai.

Este 'admirável mundo novo' trouxe-nos espaço e tempo para redefinirmos estas medidas de peso e recalibrarmos os pratos da balança.

Quanto pesa a saudade?

E o Amor?

Para mim, neste tempo de confinamento, tem pesado umas lágrimas pelos cantos da casa, uns apertos no peito e olhares perdidos no horizonte da minha varanda. Isto num só prato da balança.

No outro, vou enchendo com chamadas diárias, brilharetes culinários, encantamentos de mãe apaixonada, yoga... e esperança! Sim, esperança de que o que quer que isto seja, chegou para transformar. De forma tempestuosa, é verdade. Mas não é depois da tempestade que chega a bonança?

Vamos acreditar!
Vamos acreditar, porque, afinal, confinar o corpo não significa propriamente (antes pelo contrário, diria!) que tenhamos que confinar a mente.

Vamos confinar para expandir! A mente!
(O corpo, se calhar, é melhor não, digo eu!!!)


Namastê!



sábado, 21 de março de 2020

Poesia em modo quarentena



Isto de celebrar a Poesia
Em modo quarentena
É redescobrir a ALEGRIA
De fazer tudo valer a pena!

Não sou poeta assumida
Gosto de escrever e rascunhar
É uma forma de estar entretida
E deixar o coração falar

O que importa é cada um se expressar
Seja pela escrita, música ou dança
Para evoluir é preciso continuar a escalar
Sem nunca, nunca perder a ESPERANÇA!